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O serviço de gestão destina-se a quem tem desfibrilhadores à sua responsabilidade. A aplicação SOS DAE continua gratuita e sem conta para toda a gente.

O desfibrilhador mais próximo,mesmo onde não há rede

Uma paragem cardíaca não espera pela rede. O SOS DAE guarda o mapa dentro do telemóvel: abre em dois segundos e funciona no avião, no parque de estacionamento, na serra.

Abrir o mapa

Gratuita · Sem registo · A base de dados já vem dentro da aplicação

62 m
o mais próximo de si
Offline
não precisa de rede
3 confirmações
para um ponto passar a oficial
46 idiomas
e o número de emergência local

Construído sobre dados abertos e diretrizes reconhecidas

Porque é preciso

O problema, em três números

Os desfibrilhadores existem. O problema é que muitas vezes ninguém sabe onde, e os dados públicos estão cheios de lacunas que contámos uma a uma.

~10%
de probabilidade de sobrevivência a menos por cada minuto que passa sem desfibrilhaçãoDiretrizes do ERC
147.046
DAE do conjunto de dados público mundial sem data de verificação: ninguém sabe se ainda lá estãoOpenStreetMap, análise nossa
37.851
DAE sem nome, sem morada e sem indicação de onde ficam: ao chegar ao local, não se encontramOpenStreetMap, análise nossa

O produto

O que é o SOS DAE

Duas coisas numa só: uma ferramenta de emergência gratuita para qualquer pessoa, e um serviço pago para quem tem desfibrilhadores à sua responsabilidade.

  • Funciona sem rede

    Mais de 170.000 desfibrilhadores estão dentro da aplicação, não num servidor. No avião, na cave, na serra: mapa, distâncias e guia funcionam exatamente da mesma forma com zero rede.

  • Orienta-o enquanto o socorro não chega

    Chamada para o número de emergência do país onde está, metrónomo a 110 batimentos para as compressões, posição das mãos, o que fazer quando o DAE chegar. Diretrizes do ERC e da AHA.

  • Corrigido por quem passa à frente

    Uma caixa vazia ou uma porta trancada assinala-se com um toque. Quando várias pessoas dizem o mesmo, a correção chega à aplicação de toda a gente.

Na prática

Como funciona

Quatro passos, e nenhum deles precisa de rede.

  1. Transferir a aplicação

    A base de dados dos desfibrilhadores já vem lá dentro: na primeira abertura não há nada para transferir nem para configurar.

  2. Abrir e ver o mais próximo

    Distância e direção em letras grandes, logo no primeiro ecrã. Um toque e começa a navegação a pé.

  3. Seguir o guia enquanto se espera

    Chamada para o número de emergência do país onde está, metrónomo para as compressões, o que fazer quando o desfibrilhador chegar.

  4. No local, corrigir o dado

    Confirme que o DAE lá está, ou avise que a caixa está vazia. Quando várias pessoas independentes concordam, a correção chega a todos os outros.

A formação

Aprende-se antes, para não ter de aprender enquanto acontece

Dentro da aplicação há um curso de primeiros socorros em dezasseis módulos. Não é um extra: é a parte que trabalha nos meses em que o desfibrilhador não serve a ninguém.

16

módulos, todos offline

  • Uma revisão por mês

    Um lembrete regressa uma vez por mês e reabre o curso onde ficou. É a diferença entre ter lido uma coisa uma vez e lembrar-se dela com a adrenalina no corpo. Desativa-se com um toque, se não o quiser.

  • Lidas em voz alta

    Cada lição pode ser lida em voz alta pela voz do sistema do telemóvel: dá para ouvir a caminhar ou a conduzir, e acompanhar no ecrã quando preferir. Nenhum vídeo para transferir.

  • Da reanimação à evacuação

    SBV e DAE, engasgamento, posição lateral de segurança, hemorragias, queimaduras, traumatismos, AVC, enfarte, convulsões, reações alérgicas, intoxicações, picadas venenosas, calor e frio, afogamento, extintor, evacuação.

O curso vive dentro da aplicação e funciona sem rede, como tudo o resto. Os textos são sínteses de divulgação redigidas sobre as diretrizes do ERC: servem para saber agir, não substituem um curso certificado nem um dispositivo médico.

Sem rede

Se a rede cai, a aplicação nem dá por isso

Os desfibrilhadores estão escritos na memória do telemóvel: a pesquisa, as distâncias e o guia não chamam servidor nenhum. Da rede vem apenas o fundo do mapa, e sem ele o DAE encontra-se na mesma.

o mais próximo de si

62m

  1. Há rede
  2. Sinal zero
  3. A aplicação funciona na mesma

Quantos são

Cada ponto é um desfibrilhador que alguém mapeou

Vêm do OpenStreetMap e do OpenAEDMap. Voltamos a contá-los antes de cada atualização e enviamo-los todos para dentro da aplicação: a mesma lista que leva no bolso, sem pedir nada à rede.

170.253

DAE mapeados no mundo

O desenho é ilustrativo. Os pontos reais estão na aplicação.

100%
funciona offline
0
dados para procurar um DAE

Para quem é

A quem serve

Três pessoas diferentes, com a mesma ferramenta no bolso.

  • Quem se depara com uma paragem cardíaca

    Não é socorrista, não tem formação, tem o telefone em alta voz e as mãos a tremer. Vai usar a aplicação uma vez na vida, e precisa de perceber em menos de dois segundos para onde correr.

  • Voluntários, escolas, clubes desportivos

    Quem consulta o mapa com calma para saber onde estão os DAE da sua zona, verificar no local e corrigir o que não bate certo.

  • Empresas, ginásios, câmaras municipais, entidades públicas

    Quem tem um desfibrilhador e precisa de o manter pronto: validade de pás e baterias, inspeções periódicas, responsabilidade. Para esses existe o serviço de gestão.

SOS DAE Gestão

Tem um desfibrilhador à sua responsabilidade?

Um DAE instalado não é um DAE pronto. As pás e as baterias caducam, as inspeções têm de ficar registadas, e a responsabilidade continua a ser de quem cuida dele. O SOS DAE Gestão reúne tudo num só lugar.

  • Validades e manutenção

    Pás, baterias, inspeções periódicas. Cada equipamento com as suas datas, e um aviso antes de caducar — não depois.

  • Avisos a quem deve agir

    O aviso chega a quem tem de agir, não a uma caixa partilhada que ninguém lê.

  • Relatos do terreno

    Quando alguém avisa que a sua caixa está vazia ou inacessível, fica a saber. É o mesmo aviso que a comunidade dá na aplicação, entregue a si.

  • Instalações e equipamentos

    Várias instalações, vários equipamentos, quem responde pelo quê. Com as permissões certas para cada pessoa.

  • Tarefas por fazer

    O que está a caducar, o que já caducou, o que foi feito e por quem. Um registo que aguenta uma inspeção.

  • Os seus DAE no mapa público

    Os equipamentos que gere aparecem a quem procura um desfibrilhador, com dados que sabe estarem certos, porque é quem os mantém.

Trinta dias de teste, sem cartão de crédito: regista os seus equipamentos e vê logo o que está a caducar. A subscrição é anual, conforme o número de equipamentos; as condições ainda não foram publicadas, e escrevemos-lhe antes do fim do teste.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Funciona mesmo sem rede?

Sim, e é por isso que existe. A base de dados, a pesquisa, as distâncias e o guia de reanimação estão dentro da aplicação: a única coisa que vem da rede é o fundo do mapa.

Quanto custa?

Nada: a aplicação é gratuita, sem conta e sem publicidade, e vai continuar assim. Pago é apenas o serviço de gestão para empresas e entidades públicas.

De onde vêm os dados?

Do OpenStreetMap, sob a licença ODbL. Não são dados oficiais — a aplicação di-lo em cada ficha — e quem está no local pode corrigi-los: é assim que melhoram.

Como se adiciona um DAE que não está no mapa?

Pela aplicação, em frente ao desfibrilhador: o GPS capta a posição a menos de 60 metros, não se escreve nada à mão. Antes, porém, é preciso ter concluído a formação e desbloqueado dois DAE — um ponto que vai para o mapa de toda a gente tem de ser reconhecido.

Quando é que um DAE assinalado passa a oficial?

Quando três pessoas diferentes o confirmam no local: até lá fica «por verificar», e o mapa mostra-o assim. Se os desmentidos superarem as confirmações por dois, o ponto desaparece: apagar custa mais do que acrescentar, porque o DAE que lá está mas não se encontra é o erro mais comum.

O que acontece a quem assinala DAE que não existem?

Três propostas recusadas em 90 dias e a conta deixa de poder publicar: sete dias à primeira, trinta à segunda, noventa a partir da terceira. No fim do prazo volta a assinalar sozinha, mas com peso baixo: os seus avisos contam pouco até outros os confirmarem.

É um dispositivo médico?

Não. Não substitui o socorro nem dá indicações médicas. Numa emergência, a primeira coisa a fazer é ligar para o número de emergência do país onde está — na Europa, o 112.

Transfira-a agora, não no momento em que for precisa

No momento em que faz falta, ninguém tem tempo de procurar uma aplicação, esperar pela transferência e perceber como funciona.

Gratuita · Sem registo · A base de dados já vem dentro da aplicação