O desfibrilhador mais próximo,mesmo onde não há rede
Uma paragem cardíaca não espera pela rede. O SOS DAE guarda o mapa dentro do telemóvel: abre em dois segundos e funciona no avião, no parque de estacionamento, na serra.
Gratuita · Sem registo · A base de dados já vem dentro da aplicação
Duomo, Milano
La tua posizione· distanze in linea d'aria
DAE più vicini
10Il più vicino
Stazione Duomo
OpenStreetMap
62m
Galleria Vittorio Emanuele
OpenStreetMap
140m
- 62 m
- o mais próximo de si
- Offline
- não precisa de rede
- 3 confirmações
- para um ponto passar a oficial
- 46 idiomas
- e o número de emergência local
Construído sobre dados abertos e diretrizes reconhecidas
Porque é preciso
O problema, em três números
Os desfibrilhadores existem. O problema é que muitas vezes ninguém sabe onde, e os dados públicos estão cheios de lacunas que contámos uma a uma.
- ~10%
- de probabilidade de sobrevivência a menos por cada minuto que passa sem desfibrilhaçãoDiretrizes do ERC
- 147.046
- DAE do conjunto de dados público mundial sem data de verificação: ninguém sabe se ainda lá estãoOpenStreetMap, análise nossa
- 37.851
- DAE sem nome, sem morada e sem indicação de onde ficam: ao chegar ao local, não se encontramOpenStreetMap, análise nossa
O produto
O que é o SOS DAE
Duas coisas numa só: uma ferramenta de emergência gratuita para qualquer pessoa, e um serviço pago para quem tem desfibrilhadores à sua responsabilidade.
Funciona sem rede
Mais de 170.000 desfibrilhadores estão dentro da aplicação, não num servidor. No avião, na cave, na serra: mapa, distâncias e guia funcionam exatamente da mesma forma com zero rede.
Orienta-o enquanto o socorro não chega
Chamada para o número de emergência do país onde está, metrónomo a 110 batimentos para as compressões, posição das mãos, o que fazer quando o DAE chegar. Diretrizes do ERC e da AHA.
Corrigido por quem passa à frente
Uma caixa vazia ou uma porta trancada assinala-se com um toque. Quando várias pessoas dizem o mesmo, a correção chega à aplicação de toda a gente.
Na prática
Como funciona
Quatro passos, e nenhum deles precisa de rede.
Transferir a aplicação
A base de dados dos desfibrilhadores já vem lá dentro: na primeira abertura não há nada para transferir nem para configurar.
Abrir e ver o mais próximo
Distância e direção em letras grandes, logo no primeiro ecrã. Um toque e começa a navegação a pé.
Seguir o guia enquanto se espera
Chamada para o número de emergência do país onde está, metrónomo para as compressões, o que fazer quando o desfibrilhador chegar.
No local, corrigir o dado
Confirme que o DAE lá está, ou avise que a caixa está vazia. Quando várias pessoas independentes concordam, a correção chega a todos os outros.
A formação
Aprende-se antes, para não ter de aprender enquanto acontece
Dentro da aplicação há um curso de primeiros socorros em dezasseis módulos. Não é um extra: é a parte que trabalha nos meses em que o desfibrilhador não serve a ninguém.
16
módulos, todos offline
Uma revisão por mês
Um lembrete regressa uma vez por mês e reabre o curso onde ficou. É a diferença entre ter lido uma coisa uma vez e lembrar-se dela com a adrenalina no corpo. Desativa-se com um toque, se não o quiser.
Lidas em voz alta
Cada lição pode ser lida em voz alta pela voz do sistema do telemóvel: dá para ouvir a caminhar ou a conduzir, e acompanhar no ecrã quando preferir. Nenhum vídeo para transferir.
Da reanimação à evacuação
SBV e DAE, engasgamento, posição lateral de segurança, hemorragias, queimaduras, traumatismos, AVC, enfarte, convulsões, reações alérgicas, intoxicações, picadas venenosas, calor e frio, afogamento, extintor, evacuação.
O curso vive dentro da aplicação e funciona sem rede, como tudo o resto. Os textos são sínteses de divulgação redigidas sobre as diretrizes do ERC: servem para saber agir, não substituem um curso certificado nem um dispositivo médico.
Sem rede
Se a rede cai, a aplicação nem dá por isso
Os desfibrilhadores estão escritos na memória do telemóvel: a pesquisa, as distâncias e o guia não chamam servidor nenhum. Da rede vem apenas o fundo do mapa, e sem ele o DAE encontra-se na mesma.
- Há rede
- Sinal zero
- A aplicação funciona na mesma
Quantos são
Cada ponto é um desfibrilhador que alguém mapeou
Vêm do OpenStreetMap e do OpenAEDMap. Voltamos a contá-los antes de cada atualização e enviamo-los todos para dentro da aplicação: a mesma lista que leva no bolso, sem pedir nada à rede.
170.253
DAE mapeados no mundo
O desenho é ilustrativo. Os pontos reais estão na aplicação.
- 100%
- funciona offline
- 0
- dados para procurar um DAE
Para quem é
A quem serve
Três pessoas diferentes, com a mesma ferramenta no bolso.
Quem se depara com uma paragem cardíaca
Não é socorrista, não tem formação, tem o telefone em alta voz e as mãos a tremer. Vai usar a aplicação uma vez na vida, e precisa de perceber em menos de dois segundos para onde correr.
Voluntários, escolas, clubes desportivos
Quem consulta o mapa com calma para saber onde estão os DAE da sua zona, verificar no local e corrigir o que não bate certo.
Empresas, ginásios, câmaras municipais, entidades públicas
Quem tem um desfibrilhador e precisa de o manter pronto: validade de pás e baterias, inspeções periódicas, responsabilidade. Para esses existe o serviço de gestão.
SOS DAE Gestão
Tem um desfibrilhador à sua responsabilidade?
Um DAE instalado não é um DAE pronto. As pás e as baterias caducam, as inspeções têm de ficar registadas, e a responsabilidade continua a ser de quem cuida dele. O SOS DAE Gestão reúne tudo num só lugar.
Validades e manutenção
Pás, baterias, inspeções periódicas. Cada equipamento com as suas datas, e um aviso antes de caducar — não depois.
Avisos a quem deve agir
O aviso chega a quem tem de agir, não a uma caixa partilhada que ninguém lê.
Relatos do terreno
Quando alguém avisa que a sua caixa está vazia ou inacessível, fica a saber. É o mesmo aviso que a comunidade dá na aplicação, entregue a si.
Instalações e equipamentos
Várias instalações, vários equipamentos, quem responde pelo quê. Com as permissões certas para cada pessoa.
Tarefas por fazer
O que está a caducar, o que já caducou, o que foi feito e por quem. Um registo que aguenta uma inspeção.
Os seus DAE no mapa público
Os equipamentos que gere aparecem a quem procura um desfibrilhador, com dados que sabe estarem certos, porque é quem os mantém.
SOS DAE Gestão
- 3
- Equipamentos
- 2
- A caducar
- 1
- Relatos
Próximas validades
- DAE 01PásCaducada
- DAE 02Bateria12 dias
- DAE 03PásEm dia
Trinta dias de teste, sem cartão de crédito: regista os seus equipamentos e vê logo o que está a caducar. A subscrição é anual, conforme o número de equipamentos; as condições ainda não foram publicadas, e escrevemos-lhe antes do fim do teste.
Dúvidas
Perguntas frequentes
Funciona mesmo sem rede?
Sim, e é por isso que existe. A base de dados, a pesquisa, as distâncias e o guia de reanimação estão dentro da aplicação: a única coisa que vem da rede é o fundo do mapa.
Quanto custa?
Nada: a aplicação é gratuita, sem conta e sem publicidade, e vai continuar assim. Pago é apenas o serviço de gestão para empresas e entidades públicas.
De onde vêm os dados?
Do OpenStreetMap, sob a licença ODbL. Não são dados oficiais — a aplicação di-lo em cada ficha — e quem está no local pode corrigi-los: é assim que melhoram.
Como se adiciona um DAE que não está no mapa?
Pela aplicação, em frente ao desfibrilhador: o GPS capta a posição a menos de 60 metros, não se escreve nada à mão. Antes, porém, é preciso ter concluído a formação e desbloqueado dois DAE — um ponto que vai para o mapa de toda a gente tem de ser reconhecido.
Quando é que um DAE assinalado passa a oficial?
Quando três pessoas diferentes o confirmam no local: até lá fica «por verificar», e o mapa mostra-o assim. Se os desmentidos superarem as confirmações por dois, o ponto desaparece: apagar custa mais do que acrescentar, porque o DAE que lá está mas não se encontra é o erro mais comum.
O que acontece a quem assinala DAE que não existem?
Três propostas recusadas em 90 dias e a conta deixa de poder publicar: sete dias à primeira, trinta à segunda, noventa a partir da terceira. No fim do prazo volta a assinalar sozinha, mas com peso baixo: os seus avisos contam pouco até outros os confirmarem.
É um dispositivo médico?
Não. Não substitui o socorro nem dá indicações médicas. Numa emergência, a primeira coisa a fazer é ligar para o número de emergência do país onde está — na Europa, o 112.
Transfira-a agora, não no momento em que for precisa
No momento em que faz falta, ninguém tem tempo de procurar uma aplicação, esperar pela transferência e perceber como funciona.
Gratuita · Sem registo · A base de dados já vem dentro da aplicação
App Store
Google Play